Assisti essa apresentação num Ted já tem alguns anos e não me canso da reprise.

Me inspira a forma como Shea Hembrey não se limita e como o nada o preencheu de tudo.

Insatisfeito com o que encontrava na arte contemporânea, achando tudo obtuso ou esotérico de mais para ser acessível ao grande público, ele resolveu criar a própria Bienal e com ela também criou o perfil, e a arte, de 100 artistas do mundo todo que participariam dela.

Em um trecho ele diz:

…”E meu segundo conjunto de regras — Odeio dizer “regras” porque é arte — meu critério seria uma regra de três quesitos, que seriam cabeça, coração e mãos. E a boa arte teria cabeça: teria interessantes ideais intelectuais e conceitos. Ela teria um coração que teria paixão e coração e alma. E ela teria mão que seria muito habilidosa…”

 E o incrível é que toda essa potência e criatividade vieram naturalmente da falta de obrigação em ser intelectual, ele foi criado no interior e foi a um museu pela primeira vez aos 20 anos. Mas cresceu livre, explorando a vida e a manualidade, tendo a oportunidade de vê-la acontecer e não virando um robô que repete conceitos como vemos muitas crianças hoje.

A sua apresentação é cheia de humor e uma aula de criatividade, empreendedorismo e sobre fazer acontecer.

O que nos define não nossa condição social, geografica, física, parental… o que nos define é a nossa vontade.

Beijocas

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Eu sou a Fabiluli ou Fabiana Pereira, tenho 42 anos, sou carioca, mãe de 3, artista, natureba, cheia de dúvidas e certezas. E em breve avó!

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