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Nhac – Açúcar e seus males

Nhac – Açúcar e seus males

Passei e passo muito tempo da minha vida buscando entender melhor sobre alimentação e estilo saudável de vida, depois de uma série de estudos e pesquisas vou compartilhar as informações que encontro por aí desagrupadas, mostrando como alguns “alimentos” tem efeito devastador no nosso organismo. São basicamente drogas legalizadas e seu uso hábitos aparentemente inocentes que fazem um mal danado a longo prazo. <!–more–>

Temos algumas drogas sendo vendidas livremente e com notas fiscal. Por mais absurdo que pareça, os governos legalizam e lucram com elas. As empresas produzem comerciais  para a tv, promoções para incentivar o consumo e sempre usam pessoas e crianças sorridentes.

Normalmente sabe-se o mal que determinado produto causa, mas como não é nada que mate instantaneamente, fazem vista grossa e ganham bastante dinheiro com ele.

Hoje vou falar sobre um pó branco que você compra no mercado. Não, você não é traficante, no máximo viciado, mas leva droga pra casa sempre que vai as compras.

Açúcar, o pó branco legalizado. Sim, sem espantos por favor, o açúcar branco, aquele do saquinho que a gente coloca em tudo, café, chá, suco, bolo , doces em geral, vicia. Isso mesmo, açúcar refinado vicia, produzindo no cérebro sensações similares as da cocaína e heroína nas crises de abstinência.

Como?

Vou explicar:

A sacarose, que é o nome dado ao açúcar branco, é um carboidrato simples, ou seja, só proporciona calorias vazias, porque o açúcar refinado não contém nenhum nutriente. Tudo é eliminado durante o refino, com a adição de conservantes e clarificantes químicos para apelos estéticos, deixando o produto branco e soltinho.

Ele é extremamente concentrado. Mais ou menos em 1 colher de açúcar você tem quase 1 metro da cana e todo produto concentrado desgasta e sobrecarrega o organismo da seguinte forma: já que ele nutricionalmente não tem nada, para ser assimilado,  se apropria de vitaminas e minerais como o Cálcio e a Vitamina B1.

O vício em açúcar branco, resulta numa condição superácida no organismo, que descalcifica e desmineraliza. O corpo passa a ter falta de cálcio, de magnésio, de zinco, de selênio, entre outros nutrientes protetores.

O açúcar enfraquece o sistema imunológico, reduzindo a resistência à vírus e bactérias nocivas, deixando a pessoa mais propensa a gripes, rinite, cistite, cáries e desequilíbrio da flora intestinal.

O branquinho também está relacionado ao aparecimento de obesidade, hipertensão, diabetes e alguns tipos de câncer como intestinos, mama, ovários, útero, próstata e rins.

Não contente com esse estrago, ele bagunça o nosso pâncreas , a produção de insulina e o nosso cérebro.

Produzida pelo pâncreas, a insulina é um hormônio que participa do metabolismo dos açúcares no sangue. Quanto mais açúcares se consome, maior será a quantidade de insulina lançada no sangue. Hábitos alimentares ricos em açúcar, desencadeiam um circulo vicioso em que, quanto mais a pessoa come, mais tem necessidade de comer.  O que faz com que o pâncreas fique desregulado e inchado. O resultado é uma pessoa mais propensa ao acúmulo de gordura e à voracidade por alimentos que só fazem piorar a situação.

O açúcar estimula o sistema nervoso, e consumido em excesso acarreta um aumento de glicemia e como é absorvido muito rápido, provoca uma queda brusca,  o resultado disso percebemos com cansaço, moleza, fome, fadiga, depressão, que acabam provocando na pessoa a vontade de comer açúcar novamente para manter a montanha russa alimentar funcionando.

Com o passar dos anos o corpo começa a reclamar,  vide os casos de diabetes que tem aumentado no mundo todo, até mesmo em crianças. Não podemos culpar somente o açúcar por isso, mas o consumo em excesso dele é um dos vilões da história.

Os adolescentes que normalmente tem alimentação rica em açúcar, a maioria nem bebe água ou sucos, somente refrigerantes, estão sempre meio deprimidos, preguiçosos e com fome constante, entre outros motivos podemos colocar o alto consumo de açúcar. Eles não comem açúcar porque estão deprimidos e sim estão deprimidos porque comem muito açúcar.

Na Universidade de Princeton fizeram um estudo com ratos que nós sabemos, tem reações cerebrais semelhantes as do homem –por isso os roedores são cobaias– pegaram um grupo e ofereceram açúcar, igual ao que a gente compra no mercado.

Com o passar do tempo, os ratinhos queriam cada vez doses maiores de açúcar. Quando eles já tinham acostumado com o danado do pó branco, os cientistas cortaram o consumo. E qual foi a reação dos ratinhos? Idênticas a de um viciado em abstinência, choro, ansiedade, transtornos nervosos.

Além disso, os ratos sem o açúcar, passaram a procurar alcool mostrando que existiram alterações compensatórias na função cerebral. Continuaram os estudos e aplicaram uma mínima dose de anfetaminas (tão pequena que normalmente não surte qualquer efeito) os ratos tornaram-se hiperativos. “O aumento da sensibilidade a psicoestimulantes é um efeito duradouro no cérebro que pode ser um componente da toxicomania” diz  o Professor Bart Hoebel cientista da Universidade de Princeton que conduziu as pesquisas.

Na natureza nunca comeríamos tanto açúcar, é a farta produção e fácil acesso que nos possibilita esse consumo em excesso. E também claro, a falta de informação.Com certeza se você soubesse que o açúcar fazia tanto mal não colocaria na mamadeira do seu filho não é verdade?

A solução é a dolorida e inevitável mudança de hábitos.

Existem outras formas de adoçar a vida, temos o açúcar mascavo, a frutose e a stévia, também tem o açúcar demerara e o mel.Os mais indicados são o mel e a stévia no caso de diabéticos. Claro que, se você se encher desses açúcares também vai ter reações nem um pouco agradáveis, a moderação é a chave e principalmente o comer consciente. Experimente o sabor natural da fruta, temos uma enorme variedade, doces, ácidas, azedas, acostume-se com outros sabores diferentes do doce. Na minha casa eu não compro nenhum tipo de açúcar, quando muito mel e mesmo assim é raro usar, os alimentos já tem muito açúcar naturalmente.

Quase tudo o que compramos no supermercado é lotado de sacarose então somente uma mudança de comportamento pode nos ajudar. Consumir mais alimentos frescos e tomar mais sucos de fruta sem adoçante ou com outro tipo de açúcar só vai nos dar saúde, livrando a nós e a nossa família de cáries, obesidades, alterações de humor e demais problemas relacionados.

        

Sugestões de leitura:

O Livro Negro do Açúcar

Sugar Blues – O gosto Amargo do Açúcar

Beijocas da Fabi

ps: texto originalmente postado na extinta revista Awake em 2009 e ainda atual

Nhac: Pão fácil sem glúten e lactose

Nhac: Pão fácil sem glúten e lactose

***perdi a foto do pão, fiquem com essa foto linda de biscoito e chá :-D***

Eu sempre quis fazer pão, mas tenho tendinite nos dois pulsos a vida toda, então não rola sovar massa e fazer força, preciso me poupar para as bonecas 🙂

 

Pensei em comprar uma daquelas máquinas de fazer pão, ainda penso, mas já li muitos comentários de que o pão sem glúten não fica muito bom com elas. Vou continuar pesquisando.

Uns dias atrás vi uma receita de pão sem glúten e sem lactose e pensei em experimentar. Os dias passaram, esqueci(coisa normal) e uma amiga me enviou a mesma receita novamente, aí eu tinha que fazer.

A receita é simples, você não leva mais do que 10 minutos na cozinha pra preparar a massa e colocar pra assar. O pão fica macio por dentro e excelente pra comer com geléia, manteiga e demais acompanhamentos que você queira. Normalmente o pão sem glúten que compramos pronto não é gostoso, eu pelo menos ainda não encontrei um macio e com gosto bom e esse fica ótimo.

Óbvio que eu ia modificar a receita, então acrescentei sal marinho, amêndoas, chia e gergelim e ficou bem gostoso. Vou fazer alguns salgados e outros com frutas secas e congelar, vou ter pão pro mês todo, sem o glúten que não posso comer por causa da intolerância, gostoso e bem mais barato que o da loja.

Segue a receita:

INGREDIENTES

2 xícaras de farinha de arroz
3 colheres (sopa) de polvilho azedo
3 colheres (sopa) de semente de linhaça
1 colher (sopa) de fermento químico
2 ovos caipiras inteiros (sem a pele da gema)
1 xícara de água (ou leite vegetal, usei leite de arroz e ficou ótimo)
1 colher (café) de sal
1 colher (chá) de açúcar ou mascavo
2 colheres (sopa) de azeite extra virgem de oliva

MODO DE PREPARO

Comece colocando no copo do liquidificador os ingredientes líquidos: a água, o azeite e os ovos.
Bata esses ingredientes.
Acrescente os ingredientes secos, à exceção do fermento, nesta ordem: linhaça, açúcar mascavo ou demerara, polvilho azedo, sal e farinha de arroz.
Bata tudo muito bem.
Coloque então o fermento e bata rapidamente só para misturar os ingredientes.
Preaqueça o forno na temperatura de 180 graus.
Unte uma fôrma com azeite e farinha de arroz: espalhe o azeite pela fôrma e, depois, peneire a farinha de arroz por cima, de maneira que essa farinha se distribua por toda a fôrma. Se você usar uma forma com teflon nem precisa.
Coloque a massa na fôrma untada e leve ao forno preaquecido para assar em temperatura média por cerca de 40 minutos.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/2015/03/delicioso-e-fofinho-pao-sem-gluten-e.html?m=1

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